Anésia Cauaçu é tema é de estudo monográfico na Universidade Federal de Alagoas

O romance Anésia Cauaçu, de Domingos Ailton, é mais uma vez referência para estudos sobre a primeira mulher que ingressou no cangaço. Na manha da quarta –feira, dia 28 de junho, no Campus do Sertão da Universidade Federal de Alagoas – UFAL em Delmiro Gouveia – AL, Talita Cordeiro Rocha, aluna do curso de História defendeu no seu estudo monográfico de conclusão de curso a pesquisa científica A importância da Mulher no Cangaço: Anésia Cauaçu.
Talita Cordeiro Rocha teve como orientadora a professora Sheyla Farias Silva (UFAL – Campus do Sertão) e participantes da banca examinadora da monografia, professor Vladimir José Dantas (UFAL – Campus do Sertão) e a professora Mariana Emanuelle Barreto de Góis (UNIAGES).
“A presente pesquisa importou-se na discussão da mulher como figura empoderada e protagonista de suas atitudes de lutas e vitórias diante o contexto do cangaço. O trabalho buscou discutir o papel da mulher na sociedade, a forma como ela foi e continua sendo tratada historicamente, bem como a importância de inseri-la como sujeito da história. Nesta perspectiva, confirmou-se, a mulher como objeto da narrativa literária, descreveu-se algumas notas sobre o cangaço, a história dos Cauaçus e particularmente, a história de Anésia Cauaçu, como exemplo de luta por espaço na história e de exemplo de mulher do cangaço. O trabalho se atentou ainda em refletir sobre este contexto, analisando assim as formas como as mulheres cangaceiras são descritas ao longo da história”, relata Talita Cordeiro Rocha. A pesquisadora conta que começou a se interessar em estudar Anésia Cauaçu quando participou de uma oficina sobre o tema, ministrada pelo escritor Domingos Ailton no III Congresso Nacional do Cangaço, realizado pela Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço (SBEC) e pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) em outubro de 2013. Adquiriu o romance Anésia Caaçu e passou a manter contato direto com Domingos Ailton, que lhe indicou outras fontes para a pesquisa monográfica.
“Ao fazermos a análise acerca da história de Anésia, podemos perceber a importância de estudar o sertão, cenário de resistência e luta não só de homens, mas também de mulheres como a destemida e ´mulher à frente do seu tempo´, Anésia Cauaçu que desafiou as imposições nos lugares femininos, obtendo um papel relevante no cangaço”, pontua Talita Rocha.
No último dia 17 de maio último, o Colégio Social de Jequié promoveu a Conferência Social sobre os livros Figuras Típicas e Religiosidade Popular de Jequié e Anésia Cauaçu, de Domingos Ailton. O evento, coordenado pela professora Karla Carvalho, contou com comunicações científicas dos alunos Andressa Duarte, Beatriz Cavalcante, Beatriz Ferreira, Heloisa Matos, Rafael Felipe e Henrique Nascimento. a partir de análise literária das produções literárias de Domingos Ailton.
“Dia 23 de junho de 1917, a Praça Rui Barbosa em Jequié, local onde ocorria a feira livre virou um campo de batalha. Anésia Cauaçu à frente de mais de cem cangaceiros atacou Tranquilino e seus jagunços. O sobrado construído por Vicente Grillo (que irresponsavelmente foi demolido em 1989) chegou abrigar mais de 400 anos, inclusive o juiz da Comarca e o promotor público. Portanto, dia 23 de junho último, completou 100 anos dessa histórica batalha na Praça Rui Barbosa”, destaca Domingos Ailton, que escreveu sobre o fato na Revista Cotoxó e já havia registrado o acontecimento, reunindo o real e a ficção no romance Anésia Cauaçu.
“Um século depois, Anésia Cauaçu ser lembrada pela memória coletiva e se tornar objeto de estudo científico em outras regiões, rompendo as fronteiras de Jequié e da Bahia, é um acontecimento significativo, que merece ser registrado”, ressalta Domingos Ailton.

Festa Literária de Mucugê
O escritor Domingos Ailton foi convidado pela organização da segunda edição da FLIGÊ – Feira Literária de Mucugê, Chapada Diamantina-BA, para proferir a palestra Anésia Cauaçu, uma mulher à frente do seu tempo, dia 13 de agosto, às 11 h, no Centro Cultural de Mucugê.

Ascom do escritor Domingos Ailton

Maribel Barreto, Luciano Santos, Luciano Ferreira, Cidinha da Silva, Sandro Sussuarana, Domingos Ailton, Fábio Haendel e convidados fazem palestras e sarau de poesia

Salvador recebe convidados em evento de divulgação da Festa Literária Internacional do Sertão de Jequié – Felisquié, no dia 06 de maio de 2017, com atividades das 14h às 18h30, no Museu de Arte da Bahia, na Avenida Sete de Setembro, 2440, Corredor da Vitória. O evento é gratuito e não há necessidade de inscrição prévia.
O lançamento da Felisquié em Salvador terá cenário com projeções mapeadas do artista visual Eldelsio Lima com ilustrações de Fefa Yanevisk.

A Felisquié conta com financiamento do Fundo Estadual de Cultura, através do Edital de Literatura da Funceb, Secretaria da Fazenda, Secretaria de Cultura e Governo do Estado da Bahia, e pretende ampliar as parcerias. A organização do evento já procurou a Empresa e Editora Gráfica da Bahia, a Uesb, as secretarias M unicipais de Cultura e Turismo e de Educação de Jequié, o Núcleo 22 de Educação, o Sesc e a Bahiatursa, para que a ampla programação que está sendo planejada possa ser concretizada, o que deve atrair um grande número de pessoas para Jequié de diversas regiões da Bahia e do Brasil.

Confira a Programação do Lançamento da FELISQUIÉ em Salvador

14h – Abertura – A III Edição da Felisquié
Apresentação – Domingos Ailton – Escritor, jornalista, professor e curador da Felisquié
Mesa Redonda – Da literatura popular à literatura acadêmica

14h30 – “Literatura ficcional e consciência”
Palestrante – Maribel Barreto – Pós-doutorado em Consciência, Transdisciplinaridade e Educação pela Universidade Católica de Brasília/Brasil, e Criatividade e Educação e Doutora em Educação pela Universidade de Brasília/UNB/Brasil, membro da Academia de Letras de Jequié.

15h- “Aspectos culturais da crise brasileira atual”.
Palestrante – Luciano Santos – Professor de Filosofia credenciado no Programa de Pós-Graduação em Educação e Contemporaneidade (PPGEDUC) da UNEB e Doutor em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).
15h30 – “Cordel na Bahia: literatura popular multifacetada”.
Palestrante – Luciano Ferreira – Licenciado em Letras com Língua Espanhola (UEFS), especialista em Metodologia do ensino da língua espanhola (Uninter), especialista e mestre em Estudos Literários (UEFS).

16h – Roda de Conversa – “Vivências e produções literárias”.
Palestrantes:
Cidinha da Silva – Prosadora, dramaturga e doutoranda no Programa Multi-Institucional e Multidisciplinar em Difusão do Conhecimento da Universidade Federal da Bahia.
Sandro Sussuarana – Escritor, poeta, graduando em Serviço Social, é um dos organizadores do Sarau da Onça, Slam da Onça e Slam Deixa Acontecer, que acontecem em Sussuarana.

17h – Sarau poético-musical com Fábio Haendel, Jorge Baptista Carrano, Milica San, Márcio Uills e Tina Tude.

MAIS INFORMAÇÕES:
Fefa Yanevisk, natural São José dos Campos, Estado de São Paulo. Graduanda do curso Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), atua nas áreas plásticas como ilustradora, maquiadora e diretora do arte, premiada no IV Cine Virada – festival de cinema universitário baiano por seu trabalho no curta documental “Reflexiva”. Em 2014 trabalhou como cinegrafista no curta documental “Pugna” e como maquiadora de efeitos visuais no curta de ficção “Materno”. No período de 2015 a 2016 contribuiu com o site Sobre Nossa Visão Distorcida confeccionando ilustrações para alguns textos.
Edelsio Lima – 28 anos, artista gráfico e visual. Formado em Comunicação Social pela FACCAMP, graduando de Artes Visuais na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Artista de multi linguagens, trabalha com diversas plataformas como desenho, colagens, pintura, assemblage, fotografia animação, vídeo e projeções mapeadas.
Tina Tude é atriz e educadora. Artista de trajetória marcada pela influência da obra literária de seu pai, o poeta Tude Celestino de Souza, destaca-se pela dedicação à récita poética, em particular, à Poesia Tudina.
Pesquisadora do segmento de PMI- Patrimônio/Memória/Identidade, além de ativista pela causa da memória e identidade IPITANGUENSE para o território municipal de Lauro de Freitas, é autora do conceito do Monumento aos Rios Ipitanga e Joanes como marco territorial do município.
Pós graduanda em Educação Ambiental e Sustentabilidade, fundadora do CMC LF – Conselho Municipal de Cultura e ALALF – Academia de Letras e Artes, onde ocupa a cadeira Tude Celestino, é idealizadora e presidente de honra da ONG iAC – Instituto ATiTude CelesTina (etnodesenvolvimento sustentável e identidade) e se declara cidadã ipitanguense.

SERVIÇO
O quê: Lançamento da FELISQUIÉ em Salvador
Quando: 06 de maio de 2017, das 14h às 18h30
Onde: Museu de Arte da Bahia – Avenida Sete de Setembro, 2440 – Corredor da Vitória – Salvador-BA
Quanto: Gratuito, sem necessidade de prévia inscrição
Contatos:
Assessoria de imprensa-71 99345 5255 (Valdeck)
Coordenação de produção- 71 99272 0745 (Lígia Benigno)
Curadoria- 73 99855 4323 (Domingos Ailton)

Show O canto das Mulheres presta homenagem ao Dia Internacional da Mulher e lança projeto da III Edição da Felisquié

No próximo 8 de março, Dia Internacional da Mulher, vai ser lançado o projeto da III Edição da Festa Literária Internacional do Sertão de Jequié – Felisquié com o show O Canto das Mulheres, dedicado à luta pela emancipação feminina.
O espetáculo que será realizado a partir das 19h30 no Auditório Waly Salomão da Uesb – Campus de Jequié reunirá artistas mulheres que cantarão e declamarão poesias. Já estão confirmadas para participar do evento as cantoras Iana e Thainy, Tânia Valverde, Brena Lima, Kátia e Sueli Morbeck Érica Melo, Mãe Landa e as filhas de santo do Terreiro de Candomblé Ilê Axé Horomila e as poetas Pablime Bomfim e Gessica Santos e Mariana Lima.
Na oportunidade será lançado o projeto da III Edição da Festa Literária Internacional do Sertão de Jequié – Felisquié, que conta com apoio do Fundo Estadual de Cultura através do Edital de Literatura da Funceb.
A Felisquié será realizada entre os dias 2 e 4 de junho deste ano, mas durante todo este semestre ocorrerão diversas atividades como oficinas literárias, rodas com mediação de leitura, um encontro de contadores de histórias dia 1 de abril, e para abrir esta série de ações este show que faz reverência às mulheres.
A III edição Felisquié de acordo com o curador do evento, o escritor Domingos Ailton, contará com nomes expressivos da literatura e de outras linguagens artísticas. Já confirmaram participação o crítico literário Eduardo Coutinho, a atriz Ingrid Liberato, os poetas Antônio Cícero e Salgado Maranhão, os cineastas Alba e Chico Liberato, o historiador e quadrinista Sávio Roz e o cantor Danilo Caymmi, que além de realizar uma palestra sobre Tom Jobim (homenageado pelos 90 anos de nascimento), fará um show com músicas do maestro autor de Garota de Ipanema. “Outras homenagens serão feitas a nomes que contribuíram para o desenvolvimento literário e cultural da região de Jequié, da Bahia e do Brasil, a exemplo de Maria Lúcia Martins, Stela Câmara Dubois, Lindolfo Rocha, Carolina Maria de Jesus e Rodolfo Coelho Cavalcante e aos 50 anos do Tropicalismo”, destaca Domingos Ailton acrescentando que a festar literária terá feira e lançamentos de livros, exposições, palestras, oficinas e exibições de filmes e o tema dessa edição é “O cangaço na Literatura de Cordel: do sertão para o mundo”, devendo contar também com participação de cordelistas e estudiosos do cangaço.
Ascom da Felisquié.

No próximo 8 de março, Dia Internacional da Mulher, vai ser lançado o projeto da III Edição da Festa Literária Internacional do Sertão de Jequié – Felisquié com o show O Canto das Mulheres, dedicado à luta pela emancipação feminina. O espetáculo que será realizado a partir das 19h30 no Auditório Waly Salomão da Uesb – Campus de Jequié reunirá artistas mulheres que cantarão e declamarão poesias. Já estão confirmadas para participar do evento as cantoras Iana e Thainy, Tânia Valverde, Brena Lima, Kátia e Sueli Morbeck Érica Melo, Mãe Landa e as filhas de santo do Terreiro de Candomblé Ilê Axé Horomila e as poetas Pablime Bomfim e Gessica Santos e Mariana Lima. Na oportunidade será lançado o projeto da III Edição da Festa Literária Internacional do Sertão de Jequié – Felisquié, que conta com apoio do Fundo Estadual de Cultura através do Edital de Literatura da Funceb. A Felisquié será realizada entre os dias 2 e 4 de junho deste ano, mas durante todo este semestre ocorrerão diversas atividades como oficinas literárias, rodas com mediação de leitura, um encontro de contadores de histórias dia 1 de abril, e para abrir esta série de ações este show que faz reverência às mulheres. A III edição Felisquié de acordo com o curador do evento, o escritor Domingos Ailton, contará com nomes expressivos da literatura e de outras linguagens artísticas. Já confirmaram participação o crítico literário Eduardo Coutinho, a atriz Ingrid Liberato, os poetas Antônio Cícero e Salgado Maranhão, os cineastas Alba e Chico Liberato, o historiador e quadrinista Sávio Roz e o cantor Danilo Caymmi, que além de realizar uma palestra sobre Tom Jobim (homenageado pelos 90 anos de nascimento), fará um show com músicas do maestro autor de Garota de Ipanema. “Outras homenagens serão feitas a nomes que contribuíram para o desenvolvimento literário e cultural da região de Jequié, da Bahia e do Brasil, a exemplo de Maria Lúcia Martins, Stela Câmara Dubois, Lindolfo Rocha, Carolina Maria de Jesus e Rodolfo Coelho Cavalcante e aos 50 anos do Tropicalismo”, destaca Domingos Ailton acrescentando que a festar literária terá feira e lançamentos de livros, exposições, palestras, oficinas e exibições de filmes e o tema dessa edição é “O cangaço na Literatura de Cordel: do sertão para o mundo”, devendo contar também com participação de cordelistas e estudiosos do cangaço. Ascom da Felisquié.

No próximo 8 de março, Dia Internacional da Mulher, vai ser lançado o projeto da III Edição da Festa Literária Internacional do Sertão de Jequié – Felisquié com o show O Canto das Mulheres, dedicado à luta pela emancipação feminina.
O espetáculo que será realizado a partir das 19h30 no Auditório Waly Salomão da Uesb – Campus de Jequié reunirá artistas mulheres que cantarão e declamarão poesias. Já estão confirmadas para participar do evento as cantoras Iana e Thainy, Tânia Valverde, Brena Lima, Kátia e Sueli Morbeck Érica Melo, Mãe Landa e as filhas de santo do Terreiro de Candomblé Ilê Axé Horomila e as poetas Pablime Bomfim e Gessica Santos e Mariana Lima.
Na oportunidade será lançado o projeto da III Edição da Festa Literária Internacional do Sertão de Jequié – Felisquié, que conta com apoio do Fundo Estadual de Cultura através do Edital de Literatura da Funceb.
A Felisquié será realizada entre os dias 2 e 4 de junho deste ano, mas durante todo este semestre ocorrerão diversas atividades como oficinas literárias, rodas com mediação de leitura, um encontro de contadores de histórias dia 1 de abril, e para abrir esta série de ações este show que faz reverência às mulheres.
A III edição Felisquié de acordo com o curador do evento, o escritor Domingos Ailton, contará com nomes expressivos da literatura e de outras linguagens artísticas. Já confirmaram participação o crítico literário Eduardo Coutinho, a atriz Ingrid Liberato, os poetas Antônio Cícero e Salgado Maranhão, os cineastas Alba e Chico Liberato, o historiador e quadrinista Sávio Roz e o cantor Danilo Caymmi, que além de realizar uma palestra sobre Tom Jobim (homenageado pelos 90 anos de nascimento), fará um show com músicas do maestro autor de Garota de Ipanema. “Outras homenagens serão feitas a nomes que contribuíram para o desenvolvimento literário e cultural da região de Jequié, da Bahia e do Brasil, a exemplo de Maria Lúcia Martins, Stela Câmara Dubois, Lindolfo Rocha, Carolina Maria de Jesus e Rodolfo Coelho Cavalcante e aos 50 anos do Tropicalismo”, destaca Domingos Ailton acrescentando que a festar literária terá feira e lançamentos de livros, exposições, palestras, oficinas e exibições de filmes e o tema dessa edição é “O cangaço na Literatura de Cordel: do sertão para o mundo”, devendo contar também com participação de cordelistas e estudiosos do cangaço.
Ascom da Felisquié.

Multidão lota Câmara de Vereadores de Jequié para ouvir senador Álvaro Dias

A Câmara de Vereadores de Jequié ficou lotada de pessoas na noite de 29 de abril para ouvir as palavras do senador Álvaro Dias, líder do Partido Verde no Senado Federal. O seminário Conjuntura da Política Nacional contou com a presença de representações de vários segmentos da comunidade jequieense, de delegações do Partido Verde de vários municípios baianos, de representantes de diversos partidos políticos, de pré-candidatos a prefeito da oposição, do presidente do PV na Bahia, Ivanilson Gomes, dos deputados estaduais Leur Junior (PMDB) e Sandro Régis (DEM), do ex-deputado federal Leur Lomanto e dos deputados federais Uldurico Junior (PV) e Arthur Maia (PPS).
Fundador do Partido Verde em Jequié e responsável pelo convite ao senador Álvaro Dias, o jornalista e escritor Domingos Ailton disse poeticamente “que as montanhas de Jequié são os braços da população jequieense que abraçam visitantes da qualidade de Álvaro Dias”, lembrando que o senador deixou Brasília no momento de efervescência no Senado onde iria conceder entrevista ao Jornal Nacional para poder cumprir o compromisso de agenda em Jequié. Domingos Ailton disse ainda que “Jequié além de Cidade Sol vai ficar conhecida como Cidade Verde, uma vez que ele acredita que o município a partir de 2017 terá o primeiro prefeito do Partido Verde e concretizará o programa de desenvolvimento sustentável proposto pelo Projeto Jequié Terceiro Milênio.
O pré-candidato a prefeito de Jequié, o médico Fernando Vieira, destacou que o senador Álvaro Dias é um nome respeitado em todo Brasil cuja trajetória política é exemplar no executivo e no parlamento brasileiro, se reportando ao fato do político ter sido apontado pelo Datafolha como o melhor governador do Brasil, quando administrou o estado do Paraná e foi escolhido, por meio de votação realizada no site Congresso em Foco como o melhor senador do País. Fernando Vieira lembrou que são nos municípios brasileiros os locais onde as pessoas residem e “não podemos pensar em desenvolvimento econômico local sem pensar e uma reforma tributária que possa dar condições aos municípios de recuperar o conjunto de competências necessárias ao seu exercício que significa a gestão do dia a dia da população. Para isso é preciso que recursos sejam destinados, mas não basta somente isso. É preciso honestidade, competência e planejar para gerir administração pública municipal. Aqui em Jequié não temos nem honestidade e nem competência na gestão pública e planejamento só tem para roubar o dinheiro público”, afirmou.
O senador Álvaro Dias disse que “o impeachment da presidente Dilma Rousseff está alicerçado em dois pilares cruciais: expressivo apoio popular e sólidas bases jurídicas. As chamadas “pedaladas fiscais”, comprovadas pelo julgamento qualificado do TCU, se somam à suplementação de verbas sem autorização do Congresso Nacional. Na verdade, o processo de afastamento da presidente da República tem como vértices: o atestado da corte de contas de que malabarismos fiscais contribuíram para a crise econômica; e as revelações da Operação Lava Jato de que o petrolão irrigou o projeto petista de poder.”
Álvaro Dias destacou que o Congresso Nacional virou um balcão de negócios e que “se os políticos não mudarem o comportamento vão ser atropelados pelo povo”.
“A sociedade brasileira, perplexa, se confronta com um momento de tragédia política sem precedentes”, ressaltou Álvaro Dias. O senador foi didático ao explicar as chamadas “pedaladas fiscais”. De acordo com ele em julho de 2013, dois anos e meio antes de as “pedaladas fiscais” embasarem a abertura do processo de impeachment, e pelo menos um ano antes do início da campanha pela reeleição, técnicos do Tesouro elaboraram um denso diagnóstico sobre a situação fiscal e econômica do país. O documento, mantido em sigilo, alertava a cúpula do governo sobre os riscos da contabilidade criativa para a credibilidade da política fiscal. “Fica evidenciado que houve completa indiferença por parte do governo aos alertas dos técnicos, que projetavam um “déficit sem perspectiva de redução” e falavam em “esqueletos” que teriam de ser explicitados”.
“ É preciso denunciar com veemência que o descrédito da política fiscal deve ser considerado um dos principais fatores responsáveis pela recessão de mais de 3% projetada para este ano. As “pedaladas fiscais” reprovadas pelo TCU são o combustível da crise política em curso. Para ganhar as eleições de 2014 foi adotado o vale-tudo, sem receio de cometer crimes que hoje ensejam o pedido de impeachment”, salientou.
Além das “pedaladas”, segundo o senador do Partido Verde, “o governo usurpou a competência do Poder Legislativo ao dispensar a autorização do parlamento para a edição dos decretos de suplementação, que serviram para tapar buracos da incompetência gerencial do Executivo. Mas foi a Lava Jato, sob o comando do competente juiz Sérgio Moro, que mais comoção provocou no povo brasileiro diante do desvio de milhões de reais para o financiamento de interesses partidários.”
Álvaro Dias disse que o problema crucial enfrentado pelo País é a dívida pública e pontuou que “nessa etapa derradeira do processo de impeachment, o Senado da República deve atuar com agilidade, responsabilidade e competência no julgamento da presidente da República. É preciso virar essa página e dar início a um novo capítulo da história republicana”.

Secretaria de Comunicação do Partido Verde de Jequié.

Descaso com saneamento deixa rios em estado de alerta Mario Mantovani Malu Ribeiro

Mario Mantovani Malu Ribeiro

A crise hídrica transformou a paisagem urbana de muitas cidades paulistas. Casas passaram a contar com cisternas, e caixas-d’água azuis se multiplicaram por telhados, lajes e até em garagens. Em regiões mais nobres, jardins e portarias de prédios ganharam placas que alertam sobre a utilização de água de reúso. As pessoas mudaram seu comportamento, economizaram e cobraram soluções.
As discussões sobre a gestão da água, nos mais diversos aspectos, saíram dos setores tradicionais e técnicos e ganharam espaço no cotidiano. Porém, vieram as chuvas, as enchentes e os rios urbanos voltaram a ficar tomados por lixo, mascarando, de certa forma, o enorme volume de esgoto que muitos desses corpos de água recebem diariamente.
É como se não precisássemos de cada gota de água desses rios urbanos e como se a água limpa que consumimos em nossas casas, em um passe de mágica, voltasse a existir em tamanha abundância, nos proporcionando o luxo de continuar a poluir centenas de córregos e milhares de riachos nas nossas cidades. Para completar, todo esse descaso decorrente da falta de saneamento se reverte em contaminação e em graves doenças de veiculação hídrica.
Dados do monitoramento da qualidade da água –que realizamos em 183 rios, córregos e lagos de 11 Estados brasileiros e do Distrito Federal– revelaram que 36,3% dos pontos de coleta analisados apresentam qualidade ruim ou péssima. Apenas 13 pontos foram avaliados com qualidade de água boa (4,5%) e os outros 59,2% estão em situação regular, o que significa um estado de alerta. Nenhum dos pontos analisados foi avaliado como ótimo.
Divulgamos esse grave retrato no Dia Mundial da Água (22 de março), com base nas análises realizadas entre março de 2015 e fevereiro de 2016, em 289 pontos de coleta distribuídos em 76 municípios.
No Estado de São Paulo, de um total de 212 pontos de coleta analisados em 124 rios, 41,5% estão sem condições de usos múltiplos –abastecimento humano, lazer, pesca, produção de alimentos, manutenção ecossistêmica, entre outros– por apresentarem qualidade de água ruim ou péssima. Apenas 6,1% têm qualidade de água boa e 52,4% têm índices regulares.
A cidade de São Paulo perdeu dois pontos que, até 2015, apresentavam qualidade de água boa, localizados em áreas de manancial no Parque dos Búfalos (represa Billings) e em Parelheiros (represas Billings/Guarapiranga) e, infelizmente, a queda nos indicadores está relacionada à pressão por novas ocupações e às mudanças nos usos do solo das áreas de mananciais.
Essa realidade evidencia a urgente necessidade de uma ação forte e integrada entre os governos estaduais e municipais junto com organizações civis. Sobretudo se São Paulo realmente estiver comprometido com a meta de universalizar o saneamento básico até 2020, como anunciado.
Porém, para que essa meta não se perca –como ocorreu com o Plano Nacional de Saneamento Básico, que postergou para 2033 a tão almejada universalização do saneamento no país–,uma iniciativa essencial é que o governo de São Paulo indique, por meio de decreto ou de resolução, que os Comitês de Bacias Hidrográficas não enquadrem rios em classe 4, assim como fez o governo do Paraná no ano passado.
Ao recomendar o reenquadramento dos corpos de água em classes 1, 2 e 3, extinguindo a classe 4, o governo de São Paulo estaria consolidando as ações de saneamento em políticas públicas voltadas para a ampliação dos usos múltiplos da água e da capacidade de resiliência dos municípios paulistas, com metas efetivas de planejamento estratégico a fim de não permitir mais rios “mortos” no Estado.
A classificação do corpo de água não pode espelhar a condição ambiental e de qualidade em que o rio está, e sim o rio que almejamos no futuro. Queremos o Tietê e os rios paulistas vivos. Por isso, a SOS Mata Atlântica abriu recentemente, com o apoio de diversos parceiros, a campanha Saneamento Já!. Todos podem participar assinando a petição pela internet, divulgando em suas redes sociais ou organizando ações presenciais para a coleta de assinaturas. Vamos valorizar diariamente cada gota de água limpa.

Jorge Vercillo faz show em Jequié

Neste sábado, 26, 21h o compositor e cantor Jorge Vercillo faz show no Teatro Municipal numa promoção do produtor Artur Pires.
Um dos grandes nomes da MPB, Jorge Vercillo, conta com um público cativo em Jequié.

Jorge Vercillo faz show em Jequié

Mensagem

Que a paz de Nosso Senhor Jesus Cristo esteja com todos nós. Feliz Páscoa.

Procissão de Santo Antônio reúne a maior multidão da história do trezenário em Jequié Domingos Ailton

Pela primeira vez a imagem de Bom Jesus da Lapa participou da procissão de Santo Antônio de Pádua em Jequié. O acontecimento atraiu romeiros de diversas cidades da região e reuniu uma multidão histórica, talvez a maior dos 116 anos do trezenário. Esta foi a sensação que teve dona Helena Ribeiro de Novaes, que participa da festa há 50 anos. Para ela 2015 foi o ano que mais reuniu fiéis na procissão, que saiu por volta de 17h30 do dia 13 de junho com a imagem de Bom Jesus da Lapa à frente , seguida da imagem de Santo Antônio de Pádua, que foram carregadas no caminhão do Grupamento de Bombeiros.
A imagem de Bom Jesus da Lapa chegou na tarde do dia 12 junho e foi acompanhado por uma carreata que saiu do Posto da Polícia Rodoviária de Jequié até o centro da cidade de Jequié, atraindo também uma multidão que aplaudia e procurava se se aproximar da relíquia.
Dia 31 de maio a imagem de Nossa Senhora da Conceição da Praia, que é padroeira da Bahia, viajou de Salvador e esteve presente no final das comemorações do Mês de Maria, dia 31, e início do trezenário dia 1 de junho. A ideia do Pe. Vitor Menezes é que a festa de Santo Antônio em Jequié se torne também uma romaria. No próximo ano o pároco pretende trazer a imagem de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil.
A procissão de Santo Antônio este ano também foi uma caminhada pela Paz em sintonia com o tema do trezenário “Somos da Paz” e em referência a recomendação da CNBB, que dedicou 2015 ao Ano Internacional da Paz. Lenços e bolas brancas foram distribuídos para os fiéis que acenaram durante o percurso da caminhada e no inicio e encerramento da procissão.
Cartazes contra a redução da maioridade penal e a violência, pela criminalização da homofobia e pela instalação de uma Assembleia Constituinte no Brasil, foram empunhadas pelo . movimento denominado “Levante Popular da Juventude”, .
Como ocorre todos os anos, a procissão atraiu vários políticos. Um deles foi o vereador Edvaldo Brito, estudioso e participante da religiosidade afro-brasileira.
As Integrantes do Candomblé Mãe Landa de Oxalá e a filha de santo Adriana de Iansã também caminharam na procissão, vestidas com trajes típicos do povo de santo.
Uma casa na Rua da Itália manteve a tradição de acender velas e expor flores e imagens de santos católicos na janela para saudar a passagem da procissão.
Cantos e orações tradicionais em louvor a Santo Antônio e Bom Jesus da Lapa foram entoadas durante a procissão, que teve paradas para reflexão em locais como a Praça da Bandeira, a Rua Barbosa de Souza e a Avenida Rio Branco.
O Bispo da Diocese, Dom José Ruy Gonçalves Lopes, presidiu a solenidade e acompanhou o cortejo, ao lado do pároco da Catedral, Padre Vitor Menezes, do Monsenhor Walter Jorge Pinto Andrade (que foi padre da Catedral de Santo Antônio) além de outros sacerdotes, diáconos e religiosas da diocese e convidados.
Após a Benção do Santíssimo Sacramento o casal presidente Fernando e Glória passou o estandarte ao novo casal Marcelo e Carol Maia, que presidirá a festa em 2016. Fogos de artifício iluminaram o céu de Jequié encerrando o trezenário de Santo Antônio de Pádua.