O Fogo do Povo

Por que as festas do mês de junho caracterizam-se tipicamente como comemorações do povo da roça? Por que os trajes, a comida e a dança são características do dia a dia dos matutos? Por que uma festa de origem portuguesa enraizou-se no Brasil tornando-se a mais autêntica comemoração do povo brasileiro? O romance O Fogo do Povo tenta responder essas indagações a respeito das festas juninas com uma narrativa ficcional em que envolve a luta de caipiras e negros escravos contra os desmandos do Senhor das Léguas, Manuel da Cunha. Os escravos e os matutos são impedidos de participar da festa promovida pelo Senhor das Léguas e promovem sua própria festa. Eles descobrem também que Manuel da Cunha é um grileiro. Na trama ocorre o amor entre o caipira Zeca e a sinhazinha Ana Carolina, filha de Manuel da Cunha. O romance envolve personagens interessantes como a sensual Belinha, o namorador Nezinho, o negro Basílio e o Pe. Divino.

(1991, Porte Maganize $ Empreendimentos Ltda, 67 páginas).

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